O Verão Arte Contemporânea VAC 2016 chega à 10ª edição comemorando a continuidade de uma proposta de contemporaneidade voltada para o incentivo à criação artística, à pesquisa e à experimentação através da dança, teatro, música, artes visuais, cinema, literatura, arquitetura, moda e gastronomia. O VAC ocupou a capital mineira do dia 08 de janeiro ao dia 05 de fevereiro de 2016 com 41 atrações em 21 espaços artísticos de Belo Horizonte. O VAC 2016 foi idealizado e produzido pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM).

“Nestes 10 anos a proposta se ampliou, novas áreas foram incluídas na programação que vem mantendo o caráter de diversificação da manifestação artística, expressando a pluralidade de informações culturais própria da contemporaneidade. Com este objetivo, mais uma vez o VAC irá reunir nove áreas, mostrando suas obras e projetos mais recentes, em conexão com sua essência”, reforça Ione de Medeiros, idealizadora e curadora do evento. Para ela, o evento ao longo de uma década vêm mantendo seu foco sobre a arte contemporânea, priorizando artistas e grupos de Minas Gerais, voltados para a pesquisa e experimentação nas artes,  sem deixar de abrir espaço para artistas de outros estados e países, afinados com a proposta do VAC, com o intuito de expandir o intercâmbio entre os criadores.

A 10ª edição do VAC insere novidades na programação, que poderão ser observadas já na abertura. Denominado Ora (direis) ouvir estrelas, o evento presta homenagem ao poeta Olavo Bilac e será realizado em dois espaços públicos: o lago do Parque Municipal de Belo Horizonte e o teatro Francisco Nunes. Serão duas sessões: uma no dia 08 de janeiro para convidados, as 20h30, e outra no dia 09 de janeiro, as 18h, aberta ao púbico. É necessário retirar senhas de acesso duas horas antes do início da performance. O evento homenageia ainda O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky através de um percurso de 15 barcos alegóricos que desfilarão no lago do Parque Municipal. Para realizar as alegorias foram convidados artistas e alunos da Escola Livre de Artes da Prefeitura de Belo Horizonte – Arena da FMC. No palco do teatro Francisco Nunes, o quarteto de cordas Ricercar irá executar dois Contrapontos da Arte da Fuga de Bach junto com imagens em vídeo de obras do arquiteto Frank Gehry e do pintor Mark Rothko. e a Cia. Sesc de Dança também irá apresentar coreografias revestidas de roupagens neo-clássicas com músicas de Bach e Prokofiev.

O objetivo é promover apropriações de obras artísticas clássicas através de interferências cênicas e plástico-sonoras diversificadas”, explica Ione de Medeiros. “Como parte das celebrações dos nossos 10 anos ampliamos o evento de abertura do VAC também para o público”. Uma curiosidade é que a abertura do VAC 2016 acontece no teatro Francisco Nunes, espaço onde foi realizada a abertura da primeira edição, em 2007.

Verão Arte Contemporânea (VAC) é idealizado e realizado pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM). Esta edição é apresentada pela Fundação Municipal de Cultura e patrocinada pela Oi, BDMG Cultural e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, tem a parceria do Sesc e divulgação da TV Globo Minas. O VAC 2016 tem os seguintes apoios culturais: Oi Futuro, Galpão Cine Horto, Teatro Bradesco, Casa UNA, Restaurante João Rosa, Halt Gráfica, Restaurante Cantina do Lucas, Krug Bier, Alcici Comida Árabe, Cinema Belas Artes, Hotel Metrópole, Restaurante Bem Natural, Fundação de Educação Artística, Funarte MG, Ministério da Cultura, Governo Federal,  Belotur, BHTrans, Fundação de Parques, Prefeitura de Belo Horizonte, Fundação Municipal de Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Rádio Inconfidência, Rede Minas de Televisão, Memorial Minas Gerais Vale, Centro Cultural Banco do Brasil, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Iepha, Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e Governo de Minas

Este evento é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e Fundação Municipal de Cultura.

 

 

Programação com ações em diversas interfaces culturais _______________________________

No teatro o VAC não só mantém a parceria com o projeto PLATEIA – Rede de Formação Artística, como irá estender os debates para a área de dança, com mediadores e artistas promovendo um diálogo aberto com a plateia. Além disso, nove grupos mineiros se apresentam ao longo da programação. Estreada em outubro de 2015 na Funarte MG, o drama Ignorância, do Grupo Quatroloscinco, retoma ao espaço para temporada. O local recebe também o TAZ – coletivo autônomo temporário com Clínica do Sono + Controle de Estoque. O Coletivo Hollywood leva ao palco do Teatro Marília a peça O segredo do sucesso. O espetáculo Rosa Choque, do coletivo Os Conectores, concebido dentro do Cena Espetáculo, desdobramento do Festival de Cenas Curtas do Galpão, será apresentado no Galpão Cine Horto, que recebe também a estréia em BH de REAL, nova peça do Espanca!. Também no Galpão, a Cia. Absurda presta homenagem ao escritor Tennessee Williams com Migrações de Tennessee. O Centro Cultural Banco do Brasil empresta seus palcos para a Cia. dos Aflitos apresentar seu último trabalho, OiÉ!. E o CCBB recebe ainda o primeiro espetáculo das Bacurinhas, denominado Calor na Bacurinha. O 4ª Janela de Dramaturgia também integra a programação do Verão e será realizado no Memorial Minas Gerais Vale com leituras de textos inéditos de Marcos Coletta, Henrique Vertchenko, Júlia Branco e Sara Pinheiro.

Na dança Dudude e Katie Duck, artistas da improvisação em dança, compõe a agenda desta área com Em forma de dança, no CCBB.  A Cia Mário Nascimento apresenta Zhu também no Centro Cultural Banco do Brasil e o Palco Hip Hop – Danças Urbanas sobe aos palcos do Grande Teatro – Sesc Palladium. Já a Cia. Sesc de Dança leva Terminal A2 e Coup de Grâce ao Teatro Bradesco.

A 10ª edição irá manter a intervenção das artes visuais em espaços abertos, possibilitando ao público, o acesso ao processo de criação da obra Enquanto o dia observa, a noite se banha do mineiro Davi de Melo Santos, que será realizada no tapume do corredor do anexo da Biblioteca Pública Estadual, na Praça da Liberdade. O VAC mantém ainda, o projeto Verão nos ateliês, que abre espaço para o público ter um contato direto com artistas plásticos em seu local de trabalho. Neste ano, o público poderá conhecer os trabalhos das artistas plásticas Liliane Dardot e Inês Antonini. O Projeto Parede do Sesc Palladium convida o artista gráfico Jão e o Memorial Minas Gerais Vale marca seus cinco anos de atividade com a exposição Cama, mesa e escada de Marco Paulo Rolla e Cenas de Guto Muniz. Ainda nas artes visuais, a Mini Galeria promoverá o lançamento da Mini em Revista – Galeria Lambe-Lambe, na Funarte MG.

A arquitetura marca presença no VAC 2016 com evento do Grupo Indisciplinar da UFMG, Natureza Urbana e a Produção do Comum, que pretende reunir no Teatro João Ceschiatti coletivos que lutam pela Preservação da Natureza Urbana e do Patrimônio à grupos que reivindicam o direito à moradia para todos. Ione de Medeiros explica que o objetivo é integrar essas pautas em uma discussão conjunta, que culminará na redação de uma carta-manifesto a ser apresentada na UN-Habitat em Quito, Equador, em 2016.  “Apesar do cenário atual de avanço do capital imobiliário sobre importantes áreas urbanas, é possível identificar a intensificação de movimentos multitudinários contra os processos neoliberais. Ainda que ambas as lutas tenham um adversário comum – a voracidade do capital financeiro -, em diversas ocasiões são colocadas em lados opostos, como se a questão ambiental pudesse ser desconectada da pauta social e vice-versa. A luta por uma cidade mais verde e por um cidade mais justa deveria ser uma só!, é isso que este evento propõe”.

 Na esfera da música o VAC chega com programação recheada e diversa. O Duo Árvore de Dois, formado pelos músicos Rafael Macedo e Victor de Mello Lopes apresentam composições autorais e de outros autores brasileiros e estrangeiros no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie – Sesc Palladium. O local será palco também para Guilherme Pimenta Trio, que apresenta versões criativas de grandes nomes como Guinga, Jacob do Bandolim, Edu Lobo e Pixinguinha.  O Grande Teatro – Sesc Palladium recebe o encontro das bandas Todos os Caetanos do Mundo e A Banda Mais Bonita da Cidade.

No Centro Cultural Banco do Brasil a última obra de Johann Sebastian Bach, A Arte da Fuga, ganha vida através do som do Quarteto Ricercar, além Trio SIGNUM com o espetáculo SILENCE?. No mesmo espaço a cantora chilena Claudia Manzo interpreta algumas de suas composições, além de releituras de grandes compositores e intérpretes da história da música latino-americana. O espaço abraça ainda o festival Traço – música e desenhos ao vivo, no qual o quadrinista Jão se apresenta em duas edições, recebendo uma banda mineira em cada evento, o grupo instrumental Electrophone e o conjunto de rock Valsa Binária. O CCBB também receberá na programação o grupo de percussão DJUN com o show Dialeto dos Tambores e ainda na música, o SCHLAG!, música erudita contemporânea e vídeo e a banda Graveola e o Lixo Polifônico que apresenta as composições da safra mais recente.

Outra estréia integra a décima edição do VAC, o coletivo Família de Rua ocupa o Viaduto Santa Tereza para o show de lançamento da série O Som que vem das Ruas com a presença de vários MCs da cena belo-horizontina.

O primeiro trabalho da cantora Leonora Weissmann como intérprete, Adentro Floresta Afora, poderá ser visto no Teatro Bradesco, assim como o concerto WIARA do compositor e produtor musical Marcos Braccini.

Já na Moda o VAC fará a segunda edição do Mini Salão da Moda, dando continuidade à proposta de colocar o público em contato com um coletivo de estilistas, que irão expor suas criações mais recentes. Entre os expositores: A Passeio, Antifada, Benedita Acessórios, Contos de Arte Estudio (por Douglas Esteban), Diseño, Foca Mamulenga / Iolanda de Lourdes, Linda Ataka!, MOON Moda Alternativa, Morgana Marla, Sérgio Salomão, Solo, Toffanetto, Um Vestido, Virgínia Barros, Z Store, dentre outros.

Na programação deste ano, na área da Gastronomia, será feita uma homenagem aos chefes que durante três anos promoveram trocas com os chefes da equipe permanente do Restaurante Popular. Nesta edição durante uma semana, o Restaurante Popular Unidade IV, no Barreiro, vai inserir no seu cardápio, pratos e novidades que reflitam o aprendizado deste período. No final da temporada, será realizada uma Sexta Gourmet, reunindo um grupo de chefes convidados que irão preparar a refeição do dia.

A programação do cinema pensada para o VAC traz para o Cine Belas Artes  os filmes Winter Sleep e Era uma vez na Anatólia de Nuri Bilge Ceyla e O Clube, de Pablo Larraín. A VII Mostra de Cinema: Cultura, Arte e Poder, com curadoria de Leite Filmes e do GOM contará com curtas e longas-metragens de jovens talentos emergentes e consagrados diretores cinematográficos brasileiros no  Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes) e pela primeira vez,  no Centro Cultural Banco do Brasil.

A Perspectiva José Sette será exibida também no Cinema Professor José Tavares de Barros (Sesc Palladium) e contará com um debate com o próprio diretor, José Sette, no dia 27 de janeiro.

Na literatura, o VAC apresenta em parceria com o Memorial Minas Gerais Vale o Sarau do Memorial com Juliano Garcia Pessanha e o projeto Verão nos Museus também será mantido, divulgando no site do VAC instituições culturais cujas atividades tenham afinidades com a proposta do Verão.

 

 

10 anos de VAC____________________________________________________________________

Para Ione de Medeiros, as edições do VAC preservam a proposta de realizar um evento pautado na diversificação da manifestação artística, expressando a pluralidade de informações culturais próprias da contemporaneidade. “O festival reúne artistas e grupos de diversas áreas, todos com o mesmo objetivo: levantar questões e propor respostas que sensibilizem o público e que venham enriquecer e ampliar a sua relação com a arte e com a própria vida. Com este objetivo, o VAC não repete espetáculos e inclui em sua programação apenas trabalhos recentes com o máximo de 3 anos de estreia, incentivando a renovação da produção dos artistas locais.”, completa a idealizadora.

Para Isadora Rodrigues, Matheus Rodrigues Septeto e a Cia Fusion, que já participaram de duas edições do evento o VAC é, sem dúvidas, um dos mais importantes festivais de artes de Minas Gerais, com Minas Gerais e para Minas Gerais. “Trata-se de um festival que contempla de forma equânime as mais variadas linguagens dos mais variados gêneros, com os mais variados currículos. Temos, em todas as edições, artistas experientes, assim como iniciantes nas artes trazendo propostas inovadoras que vêem no Festival uma oportunidade de se inserirem na cena artística de BH. É um festival que conversa com a cidade, com os artistas que dele participam e que contribui para o crescimento da cultura.”, afirmam os artistas, que ainda completam dizendo que o Verão foi um divisor de águas na história da Fusion.  “Foi nossa porta de entrada no universo da dança profissional e, durante esse momento de transição, nosso principal incentivador.”

Segundo Rafael Alberto, do Desvio, que fez parte da programação do VAC 9, o festival tem o papel fundamental de estimular a criação contemporânea e a arte de vanguarda mineira, especialmente em Belo Horizonte estimulando a continuidade dessa produção. “Para o Desvio, o VAC foi muito importante, veio para divulgar o nosso trabalho em um momento em que estávamos nos consolidando na cena mineira, e também contribuiu para que a gente  pudesse conhecer  outros trabalhos interessantes, fomentando parcerias, e a interatividade entre artistas, o que é tão fundamental pra produção contemporânea atual.”

 

Breve resumo das edições do VAC já realizadas________________________________________

 Na primeira edição, realizada em 2007, o VAC estabeleceu os parâmetros ideológicos do evento, destacando a quebra de fronteiras entre as linguagens artísticas e apostando na liberdade de uma linguagem estética comprometida com a pesquisa e a experimentação, refletindo a complexidade do mundo atual.

O VAC apostou,  também, no investimento na busca de raízes e nas  propostas que propiciam uma reflexão cultural abrangente envolvendo novas perspectivas  estéticas e reflexão política. Os organizadores do evento acreditam que a programação de Verão otimiza um movimento cultural, voltado para a produção artística de qualidade durante o período de férias, contribuindo para a valorização da arte na comunidade.

O VAC chega em sua 10ª edição mantendo a proposta de promover o nosso tempo através de um recorte cultural que respeite as diversidades expressivas e abra espaço para novos formatos na criação artística.

No histórico das  09 edições do VAC realizadas, manteve-se também o objetivo de atender a demanda e a diversidade da produção artística em Belo Horizonte, promovendo um Festival que envolvesse as mais diversas expressões artísticas.

Fiéis a esta ideologia o VAC vem se inserindo em  Belo Horizonte, como uma  importante referência para a cidade e para os artistas afinados com propostas de experimentação e criação nas artes. Graças a sua coerência o VAC  vem  também mantendo a parceria com instituições culturais, as mais significativas da cidade. Esta parceria tem contribuído para que o evento venha ampliando e enriquecendo suas possibilidades artísticas e a cada edição inserindo na programação novos artistas e pensadores da atualidade.

 

 

Em 10 anos, o Verão recebeu nomes como:

 Teatro - Grupo Espanca!, Odeon Cia. Teatral, ZAP 18, Armatrux, Cia de Teatro Luna Lunera, Teatro Invertido, Odeon Companhia Teatral, JA.CA, Companhia de Teatro Adulto, entre outros.

Música - Família de Rua, Babilak Bah, Todos os Caetanos do Mundo, Maria Bragança, Orquestra Ouro Preto, Thiago Delegado, Rufo Herrera e Quinteto Tempos, Graveola e o Lixo Polifônico, Juliana Perdigão, Aline Calixto, Érika Machado, Kristoff Silva, entre outros.

Dança - Meia Ponta Cia de Dança, Cia SeráQuê?, Benvinda Cia de Dança, Cia de Dança Palácio das Artes, Adriana Banana e Clube Ur=H0r, Thembi Rosa, Mário Nascimento, Tuca Pinheiro, entre outros.

No percurso dos 10 anos de realização do VAC, a cada edição, a programação foi ampliada e novas propostas artísticas foram inseridas.

Na quinta edição do VAC no ano  de 2011, inaugurou-se na área da música a série dos Clássicos Contemporâneos, começando com uma homenagem ao compositor Frederic Chopin, e sua relação com a contemporaneidade.  Nos 2 anos seguintes, manteve-se este projeto, e em 2012, no  sexto  VAC o enfoque foi sobre o compositor alemão, Johan Sebastian Bach.  Em 2013 encerrou a série dos  Clássicos Contemporâneos com o compositor Beethoven, sua importância  e seu caráter inovador  na área da música.

Em 2012 o VAC 6  também instaurou o Verão nos Museus, divulgando endereços, horários e estimulando o público a um encontro com a história, a cultura e as artes.

Em 2013, no VAC 7, na área das artes visuais, foi instalado o Verão nos Ateliês, com a perspectiva de  promover a possibilidade do público visitar o artista em seu local de trabalho.

Neste mesmo ano, o espaço Mari’Stella Tristão / Palácio das Artes foi  transformado em um ateliê de artes,  com foco sobre o bordado, reunindo um grupo de artistas das artes visuais, que durante o período do VAC permaneceram no espaço, trabalhando em tempo integral. O objetivo era preparar um work in progress ao qual o público teria acesso, numa relação de troca com os artistas em seu processo de trabalho.

Outra novidade do VAC 7 foi o Encontro de Chefes no Restaurante Popular. Com a perspectiva de ampliar as possibilidade do cardápio habitual, chefs do Restaurante Popular receberam chefs do Viva Mesa com a proposta de promover novas combinações, valorizando ingredientes e sabores.

Na edição 9 (2015), o VAC ampliou seu projeto  gastronômico e realizou o Festival de Chefes do Restaurante Popular  que durou uma semana. Na oportunidade, mais de 20 chefes renomados colocaram seus talentos e experiência a serviço da gastronomia, e em colaboração com a equipe permanente do Restaurante Popular inovaram técnicas e produtos com grande resultado tanto no sabor quanto na qualidade dos alimentos.

Esta colaboração foi parte dos objetivos da AMiGa – Associação Mineira de Gastronomia, entidade que reúne os mais respeitados profissionais da gastronomia mineira e defende a valorização técnica e cultural de nossos saberes e sabores. Foram convidados chefes como: Guilherme Melo, Américo Piacenza, Jaime Solares, Samira Lyrio e Zoroastro Passos.